Briquetadeira
- Máquinas e equipamentos

A Briquetadeira é um equipamento utilizado para a compactação de resíduos sólidos, transformando materiais de baixa densidade em briquetes de alto valor energético e fácil manuseio. Sua principal função é reduzir volume e aumentar a densidade de biomassa ou resíduos industriais, viabilizando seu uso como combustível ou matéria-prima.
Princípio de Funcionamento
Durante a operação:
- O material é previamente seco e com granulometria adequada
- É alimentado de forma contínua na briquetadeira
- Um sistema mecânico (rosca, pistão ou rolos) aplica compressão elevada
Como resultado:
- As partículas se aglutinam
- A lignina atua como agente ligante natural
- Forma-se um produto compacto, homogêneo e com alta densidade energética
Histórico e Evolução da Briquetagem
O processo de briquetagem tem origem no século XIX, inicialmente voltado para a compactação de carvão mineral e vegetal na Europa, com o objetivo de facilitar transporte, armazenamento e uso energético.
No início do século XX, a tecnologia ganhou escala industrial com o reaproveitamento de resíduos de madeira e carvão, principalmente nos Estados Unidos e Europa.
No Brasil, a briquetagem passou a ganhar relevância entre as décadas de 1980 e 1990, impulsionada pela expansão da indústria madeireira e pela necessidade de destinação de resíduos como serragem, cavaco e cascas agrícolas.
Historicamente, o setor brasileiro é composto por pequenas e médias plantas, com produções que variam de algumas centenas a poucos milhares de toneladas por ano por unidade industrial.
Tipos de Briquetadeiras
Existem diferentes tecnologias de briquetagem, sendo as principais:

Briquetadeira de Pistão Mecânico
- Alta pressão por impacto
- Elevada capacidade de produção
- Tecnologia mais utilizada em escala industrial
A briquetadeira de pistão, também conhecida como briquetadeira mecânica, é um equipamento industrial que utiliza a força de impacto para transformar resíduos de biomassa (como serragem, casca de arroz e pó de café) em briquetes, um biocombustível sólido e sustentável.
Abaixo, detalhamos o funcionamento desse processo, desde a alimentação até a saída do produto final.
1. Alimentação e Dosagem
O processo começa com a biomassa devidamente seca (idealmente com umidade abaixo de 15%) sendo transferida de um silo para um dosador. Esse dispositivo garante que uma quantidade constante de material caia na câmara de compressão, evitando sobrecargas ou falhas na formação do briquete.
2. O Papel do Volante de Inércia
Diferente das prensas hidráulicas, a briquetadeira de pistão utiliza um ou dois grandes volantes de inércia.
- Função: Estes volantes acumulam energia cinética rotacional.
- Impacto: Eles fornecem a potência necessária para sustentar os “golpes” contínuos do pistão, mantendo a velocidade de produção constante mesmo sob a alta resistência da compactação.
3. Compactação por Golpes
O coração da máquina é o pistão, acionado por um sistema de biela e virabrequim (similar ao motor de um carro).
- O pistão desfere golpes sucessivos contra a biomassa dentro de um cilindro.
- A cada golpe, uma nova camada de material é prensada contra a massa já compactada que está à frente, criando uma estrutura em camadas que forma o tarugo (corpo do briquete).
4. A Pinça e a Resistência Térmica
Para que o material se torne sólido sem o uso de colas, é necessária uma combinação de pressão e calor.
- Resistência: Na saída da máquina, a pinça (cabeçote de saída) aperta o canal de passagem. Esse aperto gera atrito extremo entre o material e as paredes do molde.
- Lignina: O atrito eleva a temperatura para cerca de 250°C a 300°C, o que amolece a lignina natural presente na madeira ou resíduos vegetais. A lignina atua como uma cola natural, unindo as partículas conforme o material resfria na saída.
5. Resfriamento e Corte
Após sair da pinça, o briquete ainda está quente e ligeiramente maleável. Ele percorre uma calha de resfriamento para ganhar rigidez. No final da linha, pode ser cortado por uma guilhotina ou quebrado em tamanhos padrão para ensacamento e venda.
Capacidade e desempenho
Capacidades produção (média). Varia conforme tipo e condições da Biomassa
| Diâmetro do Briquete | Produção Média (kg/h) | Potência (kW) |
|---|---|---|
| 50 – 60 mm | 200 – 500 | 15 – 40 |
| 60 – 70 mm | 400 – 800 | 30 – 75 |
| 80 – 85 mm | 800 – 1.500 | 60 – 110 |
| 90 – 95 mm | 1.200 – 2.000 | 75 – 130 |
| 100 – 115 mm | 1.800 – 4.500 | 90 – 200 |
Vantagens do modelo de pistão:
- Alta produtividade (podendo chegar a mais de 1 tonelada por hora).
- Menor consumo de energia por tonelada produzida em comparação a sistemas hidráulicos.
- Produção de briquetes de alta densidade, ideais para caldeiras e fornos industriais.
Briquetadeira Hidráulica

- Compressão mais lenta
- Maior controle do processo
- Indicada para menor escala
Briquetadeira Extrusora (Rosca sem fim)
- Produz briquetes com furo central
- Alta densidade e uniformidade
- Maior desgaste de componentes
Principais fabricantes no Brasil
- Biomax
- Lippel
Esses fabricantes oferecem desde equipamentos individuais até linhas completas de briquetagem.
BRIQUETES
Compactação da Biomassa (Relação Volume x Peso)
Um dos principais ganhos da briquetagem é a redução significativa de volume associada ao aumento da densidade.
Dados técnicos indicam que:
- A biomassa solta apresenta densidade típica de 150 a 300 kg/m³
- O briquete atinge densidade entre 1,0 e 1,5 t/m³
Resultado prático:
- A densidade pode aumentar 6 a 7 vezes
- Redução de volume superior a 80%
Exemplo típico:
- 1 m³ de serragem → 0,15 a 0,20 m³ de briquetes
Esse ganho impacta diretamente:
- Logística
- Armazenagem
- Eficiência energética por volume
Equivalência Energética
Um dos dados mais relevantes para aplicação industrial:
1 tonelada de briquete pode substituir até 6 m³ de lenha (com umidade de 35 a 45%)
Isso proporciona:
- Redução de custo logístico
- Menor área de armazenamento
- Maior estabilidade de queima
Poder Calorífico dos Briquetes
O poder calorífico varia conforme a biomassa utilizada.
Valores médios
- Briquetes de madeira (serragem/cavaco): 4.000 a 4.800 kcal/kg
- Briquetes de carvão vegetal: 6.000 a 7.000 kcal/kg
Comparativo por tipo de biomassa
| Material | Poder Calorífico (kcal/kg) | Observação |
|---|---|---|
| Serragem / madeira | 4.000 – 4.800 | Mais comum |
| Casca de arroz | 3.200 – 3.800 | Alto teor de cinzas |
| Bagaço de cana | 3.500 – 4.200 | Depende da umidade |
| Casca de café | 4.200 – 4.800 | Boa estabilidade |
| Carvão vegetal | 6.000 – 7.000 | Alta energia |
Densidade Energética (Fator Industrial Crítico)
Mais importante que o kcal/kg é a energia por volume.
- Briquetes apresentam densidade energética de aproximadamente:
3,1 a 4,6 Gcal/m³
Isso significa:
- Mais energia armazenada em menos espaço
- Queima mais uniforme
- Melhor controle em caldeiras e fornos
O grande ganho da briquetagem está na energia por volume, não apenas no peso.
Aplicações na Indústria
Biomassas
- Serragens de madeiras
- Cascas de arroz e de café
- Soca de algodão
- Bagaço de cana
- Sabugo de milho
- Palhas agrícolas
- Resíduos florestais
Aplicações do Briquete
O briquete é um combustível sólido amplamente utilizado em diversos segmentos, devido à sua padronização, poder calorífico e características higiênicas.
Pode ser aplicado em processos industriais e também em usos comerciais e residenciais.
Aplicações industriais
- Caldeiras industriais
- Secadores de grãos e outros produtos
- Geração de energia térmica
- Indústrias de alimentos
- Olarias e cerâmicas
Aplicações comerciais e institucionais
- Fornos de padarias
- Fornos de pizzarias
- Restaurantes e cozinhas industriais
👉 Nessas aplicações, o briquete se destaca por ser uma lenha ecológica e higiênica, com menor geração de fumaça e resíduos.
Aplicações residenciais
- Residências
- Chácaras
- Pousadas
👉 Muito utilizado em:
- Fogões a lenha
- Lareiras
- Fornos domésticos
💡 Observação técnica
O briquete apresenta maior densidade energética em comparação à lenha convencional, proporcionando melhor rendimento térmico e maior controle de combustão.
Capacidade de Produção
A produção varia conforme:
- Tipo de equipamento
- Biomassa
- Umidade e granulometria
Faixas típicas:
- Pequenas unidades: 100 kg/h
- Sistemas industriais: acima de 2 t/h
Plantas comuns no Brasil operam com produções mensais entre:
180 a 330 toneladas/mês
Preço e Mercado de Briquetes no Brasil
O valor do briquete varia conforme região, matéria-prima e logística.
Referências de mercado
- R$ 300 a R$ 450 por tonelada (estimativas técnicas)
- Até cerca de R$ 800/tonelada (referência de mercado – 2025)
Histórico:
- R$ 170 a R$ 200/tonelada (ano de 2003)
Importante: preços variam fortemente conforme substituição de combustível (lenha, gás ou óleo).
Condições para Operação Eficiente
Para alto desempenho:
- Umidade ideal: 8% a 15%
- Granulometria uniforme
- Alimentação contínua
- Pressão adequada
Uma linha completa normalmente inclui:
- Secador de biomassa
- Moinho/triturador
- Silos
- Transportadores
Considerações Técnicas Importantes
A qualidade do briquete depende diretamente de:
- Controle de umidade
- Pressão de compactação
- Tipo de biomassa
Fatores impactados:
- Densidade
- Resistência mecânica
- Poder calorífico
- Formação de finos
Também é importante considerar o desgaste de componentes, principalmente em sistemas de rosca.
Conclusão
A briquetadeira é uma solução consolidada para transformar resíduos em energia, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional.
O grande diferencial está na densificação da biomassa, permitindo maior aproveitamento energético, melhor logística e estabilidade no processo de queima.
No Brasil, o setor apresenta forte potencial de crescimento, especialmente em regiões com grande disponibilidade de resíduos agroindustriais.
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A Briquetadeira é um equipamento utilizado para a compactação de resíduos sólidos, transformando materiais de baixa densidade em briquetes de alto valor energético e fácil manuseio. Sua principal função é reduzir volume e aumentar a densidade de biomassa ou resíduos industriais, viabilizando seu uso como combustível ou matéria-prima.
Princípio de Funcionamento
Durante a operação:
- O material é previamente seco e com granulometria adequada
- É alimentado de forma contínua na briquetadeira
- Um sistema mecânico (rosca, pistão ou rolos) aplica compressão elevada
Como resultado:
- As partículas se aglutinam
- A lignina atua como agente ligante natural
- Forma-se um produto compacto, homogêneo e com alta densidade energética
Histórico e Evolução da Briquetagem
O processo de briquetagem tem origem no século XIX, inicialmente voltado para a compactação de carvão mineral e vegetal na Europa, com o objetivo de facilitar transporte, armazenamento e uso energético.
No início do século XX, a tecnologia ganhou escala industrial com o reaproveitamento de resíduos de madeira e carvão, principalmente nos Estados Unidos e Europa.
No Brasil, a briquetagem passou a ganhar relevância entre as décadas de 1980 e 1990, impulsionada pela expansão da indústria madeireira e pela necessidade de destinação de resíduos como serragem, cavaco e cascas agrícolas.
Historicamente, o setor brasileiro é composto por pequenas e médias plantas, com produções que variam de algumas centenas a poucos milhares de toneladas por ano por unidade industrial.
Tipos de Briquetadeiras
Existem diferentes tecnologias de briquetagem, sendo as principais:

Briquetadeira de Pistão Mecânico
- Alta pressão por impacto
- Elevada capacidade de produção
- Tecnologia mais utilizada em escala industrial
A briquetadeira de pistão, também conhecida como briquetadeira mecânica, é um equipamento industrial que utiliza a força de impacto para transformar resíduos de biomassa (como serragem, casca de arroz e pó de café) em briquetes, um biocombustível sólido e sustentável.
Abaixo, detalhamos o funcionamento desse processo, desde a alimentação até a saída do produto final.
1. Alimentação e Dosagem
O processo começa com a biomassa devidamente seca (idealmente com umidade abaixo de 15%) sendo transferida de um silo para um dosador. Esse dispositivo garante que uma quantidade constante de material caia na câmara de compressão, evitando sobrecargas ou falhas na formação do briquete.
2. O Papel do Volante de Inércia
Diferente das prensas hidráulicas, a briquetadeira de pistão utiliza um ou dois grandes volantes de inércia.
- Função: Estes volantes acumulam energia cinética rotacional.
- Impacto: Eles fornecem a potência necessária para sustentar os “golpes” contínuos do pistão, mantendo a velocidade de produção constante mesmo sob a alta resistência da compactação.
3. Compactação por Golpes
O coração da máquina é o pistão, acionado por um sistema de biela e virabrequim (similar ao motor de um carro).
- O pistão desfere golpes sucessivos contra a biomassa dentro de um cilindro.
- A cada golpe, uma nova camada de material é prensada contra a massa já compactada que está à frente, criando uma estrutura em camadas que forma o tarugo (corpo do briquete).
4. A Pinça e a Resistência Térmica
Para que o material se torne sólido sem o uso de colas, é necessária uma combinação de pressão e calor.
- Resistência: Na saída da máquina, a pinça (cabeçote de saída) aperta o canal de passagem. Esse aperto gera atrito extremo entre o material e as paredes do molde.
- Lignina: O atrito eleva a temperatura para cerca de 250°C a 300°C, o que amolece a lignina natural presente na madeira ou resíduos vegetais. A lignina atua como uma cola natural, unindo as partículas conforme o material resfria na saída.
5. Resfriamento e Corte
Após sair da pinça, o briquete ainda está quente e ligeiramente maleável. Ele percorre uma calha de resfriamento para ganhar rigidez. No final da linha, pode ser cortado por uma guilhotina ou quebrado em tamanhos padrão para ensacamento e venda.
Capacidade e desempenho
Capacidades produção (média). Varia conforme tipo e condições da Biomassa
| Diâmetro do Briquete | Produção Média (kg/h) | Potência (kW) |
|---|---|---|
| 50 – 60 mm | 200 – 500 | 15 – 40 |
| 60 – 70 mm | 400 – 800 | 30 – 75 |
| 80 – 85 mm | 800 – 1.500 | 60 – 110 |
| 90 – 95 mm | 1.200 – 2.000 | 75 – 130 |
| 100 – 115 mm | 1.800 – 4.500 | 90 – 200 |
Vantagens do modelo de pistão:
- Alta produtividade (podendo chegar a mais de 1 tonelada por hora).
- Menor consumo de energia por tonelada produzida em comparação a sistemas hidráulicos.
- Produção de briquetes de alta densidade, ideais para caldeiras e fornos industriais.
Briquetadeira Hidráulica

- Compressão mais lenta
- Maior controle do processo
- Indicada para menor escala
Briquetadeira Extrusora (Rosca sem fim)
- Produz briquetes com furo central
- Alta densidade e uniformidade
- Maior desgaste de componentes
Principais fabricantes no Brasil
- Biomax
- Lippel
Esses fabricantes oferecem desde equipamentos individuais até linhas completas de briquetagem.
BRIQUETES
Compactação da Biomassa (Relação Volume x Peso)
Um dos principais ganhos da briquetagem é a redução significativa de volume associada ao aumento da densidade.
Dados técnicos indicam que:
- A biomassa solta apresenta densidade típica de 150 a 300 kg/m³
- O briquete atinge densidade entre 1,0 e 1,5 t/m³
Resultado prático:
- A densidade pode aumentar 6 a 7 vezes
- Redução de volume superior a 80%
Exemplo típico:
- 1 m³ de serragem → 0,15 a 0,20 m³ de briquetes
Esse ganho impacta diretamente:
- Logística
- Armazenagem
- Eficiência energética por volume
Equivalência Energética
Um dos dados mais relevantes para aplicação industrial:
1 tonelada de briquete pode substituir até 6 m³ de lenha (com umidade de 35 a 45%)
Isso proporciona:
- Redução de custo logístico
- Menor área de armazenamento
- Maior estabilidade de queima
Poder Calorífico dos Briquetes
O poder calorífico varia conforme a biomassa utilizada.
Valores médios
- Briquetes de madeira (serragem/cavaco): 4.000 a 4.800 kcal/kg
- Briquetes de carvão vegetal: 6.000 a 7.000 kcal/kg
Comparativo por tipo de biomassa
| Material | Poder Calorífico (kcal/kg) | Observação |
|---|---|---|
| Serragem / madeira | 4.000 – 4.800 | Mais comum |
| Casca de arroz | 3.200 – 3.800 | Alto teor de cinzas |
| Bagaço de cana | 3.500 – 4.200 | Depende da umidade |
| Casca de café | 4.200 – 4.800 | Boa estabilidade |
| Carvão vegetal | 6.000 – 7.000 | Alta energia |
Densidade Energética (Fator Industrial Crítico)
Mais importante que o kcal/kg é a energia por volume.
- Briquetes apresentam densidade energética de aproximadamente:
3,1 a 4,6 Gcal/m³
Isso significa:
- Mais energia armazenada em menos espaço
- Queima mais uniforme
- Melhor controle em caldeiras e fornos
O grande ganho da briquetagem está na energia por volume, não apenas no peso.
Aplicações na Indústria
Biomassas
- Serragens de madeiras
- Cascas de arroz e de café
- Soca de algodão
- Bagaço de cana
- Sabugo de milho
- Palhas agrícolas
- Resíduos florestais
Aplicações do Briquete
O briquete é um combustível sólido amplamente utilizado em diversos segmentos, devido à sua padronização, poder calorífico e características higiênicas.
Pode ser aplicado em processos industriais e também em usos comerciais e residenciais.
Aplicações industriais
- Caldeiras industriais
- Secadores de grãos e outros produtos
- Geração de energia térmica
- Indústrias de alimentos
- Olarias e cerâmicas
Aplicações comerciais e institucionais
- Fornos de padarias
- Fornos de pizzarias
- Restaurantes e cozinhas industriais
👉 Nessas aplicações, o briquete se destaca por ser uma lenha ecológica e higiênica, com menor geração de fumaça e resíduos.
Aplicações residenciais
- Residências
- Chácaras
- Pousadas
👉 Muito utilizado em:
- Fogões a lenha
- Lareiras
- Fornos domésticos
💡 Observação técnica
O briquete apresenta maior densidade energética em comparação à lenha convencional, proporcionando melhor rendimento térmico e maior controle de combustão.
Capacidade de Produção
A produção varia conforme:
- Tipo de equipamento
- Biomassa
- Umidade e granulometria
Faixas típicas:
- Pequenas unidades: 100 kg/h
- Sistemas industriais: acima de 2 t/h
Plantas comuns no Brasil operam com produções mensais entre:
180 a 330 toneladas/mês
Preço e Mercado de Briquetes no Brasil
O valor do briquete varia conforme região, matéria-prima e logística.
Referências de mercado
- R$ 300 a R$ 450 por tonelada (estimativas técnicas)
- Até cerca de R$ 800/tonelada (referência de mercado – 2025)
Histórico:
- R$ 170 a R$ 200/tonelada (ano de 2003)
Importante: preços variam fortemente conforme substituição de combustível (lenha, gás ou óleo).
Condições para Operação Eficiente
Para alto desempenho:
- Umidade ideal: 8% a 15%
- Granulometria uniforme
- Alimentação contínua
- Pressão adequada
Uma linha completa normalmente inclui:
- Secador de biomassa
- Moinho/triturador
- Silos
- Transportadores
Considerações Técnicas Importantes
A qualidade do briquete depende diretamente de:
- Controle de umidade
- Pressão de compactação
- Tipo de biomassa
Fatores impactados:
- Densidade
- Resistência mecânica
- Poder calorífico
- Formação de finos
Também é importante considerar o desgaste de componentes, principalmente em sistemas de rosca.
Conclusão
A briquetadeira é uma solução consolidada para transformar resíduos em energia, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional.
O grande diferencial está na densificação da biomassa, permitindo maior aproveitamento energético, melhor logística e estabilidade no processo de queima.
No Brasil, o setor apresenta forte potencial de crescimento, especialmente em regiões com grande disponibilidade de resíduos agroindustriais.
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